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Quando O Senhor Restaurou a Nossa Sorte

Escrito por Super User. Publicado em Pregações

Todos querem, desejam sorte. Alguns, buscando salvaguardar a sua sorte, utilizam-se de trevo de quatro folas; comem lentilha no final de ano; biscoito da sorte; usam pé de coelho; usam roupas brancas na virada do ano; peças íntimas novas; jogadores entram em campo de pé direito; utilizam sempre a mesma cor de roupa; “dizem que o Scolari usa sempre as mesmas meias brancas em decisões”.

Salmo 126.1-5: “1Quando o SENHOR restaurou a sorte de Sião, ficamos como quem sonha. 2Então, a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua, de júbilo; então, entre as nações se dizia: Grandes coisas o SENHOR tem feito por eles. 3Com efeito, grandes coisas fez o SENHOR por nós; por isso, estamos alegres. 4Restaura, SENHOR, a nossa sorte, como as torrentes no Neguebe. 5Quem semeia com lágrimas, com júbilo ceifará. 6Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes”.

I - Introdução

1.1. Todos querem, desejam sorte. Alguns, buscando salvaguardar a sua sorte, utilizam-se de trevo de quatro folas; comem lentilha no final de ano; biscoito da sorte; usam pé de coelho; usam roupas brancas na virada do ano; peças íntimas novas; jogadores entram em campo de pé direito; utilizam sempre a mesma cor de roupa; “dizem que o Scolari usa sempre as mesmas meias brancas em decisões”.
1.2. Quem sabe os jogadores da Espanha não se utilizaram de seus amuletos; ou quem sabe os amuletos da Coréia foram mais eficientes, talvez porque estivesse apitando o jogo.
1.3. Na internet, são inúmeros os sites que tratam de sorte, talvez porque todos querem a “sua sorte”. Num deles, está escrito: “Você é capaz de realizar todos os seus sonhos e desejos; confie no seu poder pessoal; na grandeza do seu “ser superior”. Acredite que tudo é possível. Basta você querer. Seja rico; feliz; tenha saúde”.
1.5. Quando se pensa em sorte, pensa-se em loterias diversas; jogo do bicho; simpatias; horóscopos; supertições, etc..., vale tudo.
1.6. Quando se fala em sorte, espera-se que o “eu” possa realizar seus desejos, por si mesmo ou por ajuda de coisas (pedras; cores; objetos, etc...), eis aí o grande problema da “sorte” do ser humano, que por si só não pode mudar a sua sorte.
1.7. A bíblia é um livro muito preocupado com a sorte, tanto é que existem 260 citações com o vocábulo sorte, sem contar com as variações.
1.7. Sorte significa quinhão; parte; porção; resultado; destino.

II Proposição:

2.1. Por mais que pareça impossível, Deus pode restaurar sorte.
2.2. O ser humano nasceu rodeado de toda a sorte de bênçãos. No Édem, Adão tinha tudo de que precisava, até de uma mulher bonita, mas o pecado, tirou a sorte de Adão e Eva, e por conseqüência, a nossa também.
2.3. Através de Jesus Cristo, DEUS PODE RESTAURAR A MINHA, A TUA, A NOSSA SORTE, porque Ele é o autor da mesma.

III Contexto:

Salmo 137:1-6: “1Às margens dos rios da Babilônia, nós nos assentávamos e chorávamos, lembrando-nos de Sião. 2Nos salgueiros que lá havia, pendurávamos as nossas harpas, 3pois aqueles que nos levaram cativos nos pediam canções, e os nossos opressores, que fôssemos alegres, dizendo: Entoai-nos algum dos cânticos de Sião. 4Como, porém, haveríamos de entoar o canto do SENHOR em terra estranha? 5Se eu de ti me esquecer, ó Jerusalém, que se resseque a minha mão direita. 6Apegue-se-me a língua ao paladar, se me não lembrar de ti, se não preferir eu Jerusalém à minha maior alegria”.

3.1. Para entendermos o porque da alegria demonstrada no Salmo 126, precisamos nos recorrer ao contexto do Salmo 137. Na verdade, o Salmo 126 foi concebido ante a lembrança do Cativeiro babilônico, ocasião em que o templo foi destruído. Este cântico foi escrito pelos primeiros a retornarem à Jerusalém.

3.2. CATIVEIRO

Cativeiro, significa privação parcial ou total de liberdade. Perda de identidade. Lembrança do que deixou para trás: família; filhos; casa; trabalho; alegria; maus tratos; racionamento de comida. Ultimamente, podemos dizer que conhecemos muito bem o significado da palavra cativeiro.
3.2.1. Cativeiro provoca tristeza, choro:

Salmo 137.1. “Às margens dos rios da Babilônia, nós nos assentávamos e chorávamos, lembrando-nos de Sião”.

3.2.1.1. Choro, de tristeza pela saudade da terra; da liberdade; da felicidade; uma felicidade, muitas vezes, até utópica, que jamais foi alcançada, mas uma saudade.

Por mais bonita que seja a paisagem, que as vezes de bonita não tem nada porque pode ser um quarto escuro, e por mais liberdade que se tenha no cativeiro, o cativeiro sempre é um cativeiro e sempre provocará tristeza e choro.

Aplicação Prática: Quem sabe você tem chorado de saudade da época em que você era feliz e não sabia. Da época em que você tinha liberdade. Da época em que você sentia prazer naquilo que realizava.

3.2.1.2. Tristeza, apesar do sucesso. Sem dúvida alguma muitos dos exilados passaram a se dar bem na Babilônia, e a arqueologia revela que alguns judeus até montaram firmas comerciais naquela capital; as almas mais sensíveis e devotas, no entanto, achavam melhor chorar por Jerusalém e lembrar-se do culto no templo, do que se entregar aos prazeres babilônicos.
3.2.2. Cativeiro paralisa.

Salmo 137.2-3. “2Nos salgueiros que lá havia, pendurávamos as nossas harpas, 3pois aqueles que nos levaram cativos nos pediam canções, e os nossos opressores, que fôssemos alegres, dizendo: Entoai-nos algum dos cânticos de Sião”.

3.2.2.1. Em face da privação da liberdade; em face de você ter sido conduzido para um lugar de forma truculenta; contra a sua vontade, não há como desempenhar seus dons; seus talentos.
3.2.2.2. No caso dos judeus, a paralisia se dava, principalmente, porque os babilônicos desejavam ouvir suas músicas para se divertirem. Já pensaram, ter que cantar para o próprio seqüestrador. Era essa, a situação dos judeus. Estavam com seus dons inativos Por medo que os pagãos insistissem no seu pedido no sentido de os hinos consagrados ao culto sejam cantados como diversão e zombaria dos que queriam fazer piquenique na sombra dos judeus, os fiéis penduraram as harpas bem altas em salgueiros frondosos que as escondiam de vista.
3.2.2.3. Estavam na escuridão do cativeiro, sem perspectivas; com espaço limitado.

Aplicação Prática: Quantas vezes temos sido limitados por terceiros. Muitas vezes queremos limitar nossos filhos; nossa esposa; nosso esposo; nossos funcionários. Quantas vezes temos ouvido tacitamente a expressão: Daqui você não passa, e o pior é que muitas vezes, ainda desejam que sejamos alegres, acomodados com essa situação.

IV COMO SAIR DO CATIVEIRO?


4.1. Não se Acomodar com a Situação

Salmo 137.5-6: "Se eu de ti me esquecer, ó Jerusalém, que se resseque a minha mão direita. Apegue-se-me a língua ao paladar, se me não lembrar de ti, se não preferir eu Jerusalém à minha maior alegria".

4.1.1. Não se acomodar com a situação, é não se esquecer das promessas de Deus para a sua vida. É não se esquecer dos dias felizes que você já teve. É não se alegrar migalhas de alegria dentro do cativeiro.
4.1.2. Não se acomodar com a situação, é manter a sanidade, não perdendo a noção do tempo.
4.1.3. Não se acomodar com a situação, é não se deixar levar pela “Síndrome de Estocolmo”, se apaixonando pelo inimigo, a ponto de cantar para ele. Não cante para o inimigo, e sim para o Senhor. Em Atos, Paulo e Silas estavam na prisão. Eles não estavam cantando por causa da situação, tampouco estavam cantando para o carcereiro, mas estavam cantando para o Senhor, e orando ao Deus de Israel, por isso é que foram libertos.

Aplicação Prática: Você não pode se acostumar, amoldar-se, ou se alegrar com a situação de cativeiro, mas deve louvar a Deus que tem poder para livrar do cativeiro. Em Efésios 4.8. está escrito: “Por isso, diz: Quando ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens”.

4.2. Orar Por Justiça.

Salmo 137-7. “Contra os filhos de Edom, lembra-te, SENHOR, do dia de Jerusalém, pois diziam: Arrasai, arrasai-a, até aos fundamentos”.

4.2.1. Os edomitas tinham arrasado os judeus, diz Obadias 11-14: “11No dia em que, estando tu presente, estranhos lhe levaram os bens, e estrangeiros lhe entraram pelas portas e deitaram sortes sobre Jerusalém, tu mesmo eras um deles. 12Mas tu não devias ter olhado com prazer para o dia de teu irmão, o dia da sua calamidade; nem ter-te alegrado sobre os filhos de Judá, no dia da sua ruína; nem ter falado de boca cheia, no dia da angústia; 13não devias ter entrado pela porta do meu povo, no dia da sua calamidade; tu não devias ter olhado com prazer para o seu mal, no dia da sua calamidade; nem ter lançado mão nos seus bens, no dia da sua calamidade; 14não devias ter parado nas encruzilhadas, para exterminares os que escapassem; nem ter entregado os que lhe restassem, no dia da angústia”.
4.2.2. O povo judeu era um povo marcado (e infeliz), marcado em sua memória; marcado em seu físico; marcado em sua alma, mas cria num Deus Todo Poderoso.

Aplicação Prática: Quem sabe, alguém presenciou injustiça contra você e se alegrou. Quem sabe alguém se espreitou na encruzilhada da vida para te fazer mal; quem sabe você foi roubado; quem sabe roubaram seus bens, sua dignidade, sua felicidade. Ore ao Senhor, coloque diante dEle as suas queixas. Ele é poderoso para fazer justiça, porque Ele é Justo e Verdadeiro.

V - SÓ RESTAURA A SUA SORTE

Salmo 126:1-6: “1Quando o SENHOR restaurou a sorte de Sião, ficamos como quem sonha. 2Então, a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua, de júbilo; então, entre as nações se dizia: Grandes coisas o SENHOR tem feito por eles. 3Com efeito, grandes coisas fez o SENHOR por nós; por isso, estamos alegres. 4Restaura, SENHOR, a nossa sorte, como as torrentes no Neguebe. 5Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão. 6Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes”.

O Diabo quer tirar a sua sorte.
Deus quer restaurar a sua Sorte.

5.1. A Restauração Provoca JÚBILO (ALEGRIA)
O grupos de exilados, já de volta do cativeiro, está habitando na terra seus antepassados. Escute os testemunhos deles, registrado pelo Salmista inspirado! (pequeno grupo) (vers. 1-3).
5.1.1. A surpresa feliz. Quando foi promulgado o decreto de Ciro, os exilados dificilmente poderiam acreditar naquilo que viram e ouviram; parecia-lhes que estavam no meio de um sonho de felicidade.
5.1.2. Não se tratava de falta de fé em Deus, era apenas a lentidão em se acomodarem à nova situação melhor que surgiu tão repentinamente que não estavam em condições de saber como agir nas circunstâncias novas. ME BELISCA!
5.1.3. Êxtase de alegria. "Então a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua de júbilo". Os orientais, assim como os latinos, demonstram mais emoções do que os ocidentais. Choram quando estão decepcionados, riem quando estão contentes, e gritam de felicidade. Seja qual for o seu temperamento, porém, você pode sentir o júbilo da salvação quando recebe uma libertação da parte de Deus.

5.2. A RESTAURAÇÃO PROVOCA Grato Testemunho.

"Então entre as nações se dizia: Grandes cousas o SENHOR tem feito por elas. Com efeito, grandes cousas fez o SENHOR por nós; por isso estamos alegres".

5.2.1. Os risos de alegria e os gritos de júbilo que acompanhavam os exilados que saiam do cativeiro na Babilônia, e que ecoavam nos desertos que atravessam, eram o testemunho diante das nações pagãs de quão grandes coisas Deus fizera em prol do Seu povo. Você pode adotar, ainda nos dias de hoje, a regra de que "A alegria em Deus é uma pregação em prol da causa de Deus". A alegria de Israel testificou.

5.2.2. Do Poder De Deus. A volta de Israel à sua terra ensinava os pagãos que o Deus de Israel era um Deus misericordioso, que misturava a graça e o amor com os pronunciamentos do Juízo.

Aplicação Prática: Conversando com novos convertidos podemos sentir o que é a alegria de ser de Deus e saber que tudo está no controle dele. Quando vamos nos acostumando com as bênçãos, começamos a nos achar auto-suficientes; que podemos conquistar o que desejarmos apenas pr nossa própria capacidade, isso é um erro que pode nos levar de volta ao cativeiro.

5.2.3. Da Preservação Divina. A volta era uma declaração de que a providência divina tinha acompanhado O povo de Deus durante todo o período do cativeiro. A nação tinha passado pelos fogos da purificação, mas a prata tinha sido conservada em toda a a sua pureza.

5.2.4. Do propósito de Deus. Deus restaurou Seu povo porque tinha um propósito para ele no mundo - proclamar a Palavra de Deus e preparar o caminho para o Salvador.

DEUS TEM UM PROPÓSITO PARA MINHA VIDA.

5.3. A RESTAURAÇÃO PROVOCA ORAÇÃO.

Salmo 126.4. “SENHOR, restaura a nossa sorte, como as torrentes no Neguebe".

5.3.1. Nenhuma mudança, grande ou pequena, pode nos deixar sem trabalhos a fazer, porque todas as mudanças são incompletas, e cada uma delas exige de nós novas provações e novas capacidades para resistência. Assim sendo, a parte de júbilo passa a se misturar com súplicas.
5.3.2. Restauração Completa. Nas terras áridas do sul da Palestina (O Neguebe), pode-se ver os leitos secos de muitas torrentes. Então, vão começando as chuvas, e logo aparecem pequenos fios de água correndo no início do leito seco; antes de acabarem as chuvas, o fio de água- se transforma em riacho, e o riacho em corredeira.
5.3.3. Restaurando os Dons. O número de exilados que voltaram com a primeira leva era reduzido, pequeno demais, conforme parecia, para fazer efeito algum, tão pequeno que era ameaçado de secar-se ou evaporar como o fio de água. O Salmista, portanto, queria que a situação em Jerusalém voltasse para a prosperidade espiritual e civil de antes, como números suficientes de exilados voltados para lá para levar a efeito a obra.

Aplicação Prática: Não se contente com um pequeno fio de Água. Restaura nossa sorte como as torrentes do Neguebe. Comece a louvar e a orar pela renovação crescente do casamento. Não olhe para recaída do marido; do filho; do salário. O Senhor já restaurou e continuará restaurando.

5.4. A Restauração Dá Ânimo
5.4.1. Ânimo Para Semear.
Semelhantemente, o pequeno grupo de exilados que voltavam para restaurar a terra desolada estavam "semeando com lágrimas". Labutavam em angústia, dor e desânimo, no meio das ruínas da sua antiga pátria e em face de inimigos cínicos e cruéis. A sorte do pioneiro, seja em assuntos materiais ou em assuntos espirituais, é muito difícil.

5.4.2. Certeza de Felizes Colheitas.

Apocalipse 126.5-6. "Os que com lágrimas semeiam, com júbilo ceifarão. Quem sai andando e chorando enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes". As sementes espirituais lançadas e regadas com lágrimas não serão perdidas. Toda obra espiritual feita com compaixão sobrenatural não demorará em revelar os seus frutos. "E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos" (Gl 6.9).

6. Aplicação Prática

6.1. Por que ou quem você tem chorado?
6.1.1. Por causa do cativeiro financeiro? Por causa do cativeiro ministerial? Por causa do cativeiro sentimental? Por causa do cativeiro profissional? Por causa do cativeiro do passado? Por causa de um erro do passado? Por causa de alguém que deseja te limitar, colocaram uma plaquinha em você? Por causa de derrotas passadas?

6.2. O Senhor pode mudar a sua sorte.
6.2.1. Deixando os fracassos para trás, e procurando a graça de Cristo para o presente e o futuro, você também pode cantar o cântico novo, celebrando o poder do Senhor para perdoar e redimir.
6.2.2. Você não deve passar muito tempo ao lado dos rios da tristeza, relembrando-se dos Siões antigos. Quando o fracasso leva você a examinar-se a si mesmo, e a resolver que agora agirá de modo bem mais espiritual, você poderá transformar a derrota passada em vitórias futuras. Antigas bênçãos não são suficientes para a vida de hoje, e antigas mágoas não devem estragar o presente.
6.3. O Ser Humano é um Exilado. O Salmo do Cativeiro não somente conta história da nação de cativos, chorando às margens dos rios da Babilônia há milhares de anos; conta também a história espiritual do ser humano depois da Queda e da Expulsão do Paraíso. Desde então, o ser humano anda vagueando sonhando em seu lar perdido, que agora só pode ser conquistado de volta mediante a conversão a Jesus Cristo.

6.4. Podemos, portanto, aplicar o almo 126 à nossa vida diária cristã.
6.4.1. Cativeiro. A alma redimida estava o cativeiro: era escrava à Lei de Deus, que ameaçava a consciência; era escrava do pecado, que amarravas com desejos e hábitos pecaminosos; era escrava da morte física e espiritual.
6.4.2. Cativeiro Rompido. Assim como o rei Ciro, inspirado por Deus, promulgou um decreto ao qual os cativos que queriam a libertação obedeceram, assim também os embaixadores de Deus, inspirados pelo Espírito Santo, proclamaram o perdão às almas cativas, e as almas com júbilo obedeceram a ordem de deixarem para trás a sua velha vida humana.
6.4.3. Bem Aventurados. Seguem-se resultados bem-aventurados. "Ficamos como quem sonha". Assim se sente a alma no seu enlevo de deleite ao reconhecer tudo quanto Deus fez em prol dela. Há alegria exuberante; a boca se enche de riso e a língua de júbilo. Libertada da culpa e do poder do pecado, e tendo a certeza da salvação e a garantia de que, no futuro, habitará no céu com Deus, longe de todas as tentações, a alma levanta vôo como um pássaro que escapa da gaiola. E os parentes, os amigos e os vizinhos notam ma mudança dramática. "Então entre as nações se dizia: Grandes cousas o SENHOR tem feito por eles".
6.4.4. Plenitude. Chega um momento de crise em que alma reconhece que, por mais maravilhosas que tenham sido as suas experiências, ainda recebeu apenas uma amostra; começa a ansiar por receber mais e mais da parte de Deus, maior libertação dos pecados e das fraquezas, e uma operação bem mais profunda do Espírito Santo. Como os exilados, ora: "Restaura, SENHOR, a nossa sorte".

6.5. Provérbios 16.33. “A sorte se lança no regaço, mas ao Senhor procede toda a decisão”
6.5.1. Não importa que decidiram que você não iria muito longe;
6.5.2. Não importa que tencionaram selar a sua sorte;
6.5.3. Não importa que limitaram o seu espaço;
6.5.4. Não importa que traçaram planos contra a sua vida; sua empresa; sua profissão; sua saúde.
6.5.5. Deus decidiu te abençoar com toda a sorte de bens espirituais, e ele já decidiu que você sairia do cativeiro. Não existe cativeiro que resista ao poder de Deus. Contra a sua vida não existe juiz mexicano; jamaicano; texano; indiano.
6.5.6. A sua porção; a sua sorte; o seu destino; o seu futuro está nas mãos do todo poderoso.